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PALMATÓRIA DO MUNDO

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quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

Dicas e ajudas para deixar de fumar

Levei mais de 45 anos na condição de fumante. De vez em quando vinha a vontade de parar. De vez em quando alguém tentava me influenciar nesse sentido. Muitas vezes a influência era negativa: há pessoas que não fazem idéia de como chateiam com aquela lenga-lenga. O fato é que nunca vi nem ouvi nada (absolutamente nada) que tenha me influenciado a largar o vício, a não ser... MINHA PRÓPRIA VONTADE. Já estou no meu 11° dia de abstinência (ainda acho pouco e tenho medo de uma recaida). Deixei de repente: não marquei uma segunda-feira, não foi no início de um mês ou ano, não foi sequer no início de um dia. Ao contrário: foi no FINAL do maço de cigarros. Simplesmente acabou e eu não comprei outro. Mas, agora, logo após ter sido influenciado por mim mesmo, encontrei por acaso um texto que, acredito, teria surtido um bom resultado para que eu abandonasse o tabagismo e, por isso, estou repassando, a fim de contribuir para que os amigos sejam também picados pela mosquinha do anti-fumo. É só clicar no link abaixo:
http://bvsms.saude.gov.br/html/pt/dicas/130pararfumar.html

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Asterix 50 ans - Patrouile Acrobatique de France

Isso é que é destreza

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Nunca vi coisa igual

Nada como treinamento e um amigo bom de câmera para registrar com todo carinho e dedicação.

TUDO AZUL

- Srs. Passageiros do voo AZUL 4061, quem vos fala é o Comandante Dante, piloto desta aeronave, um Embraer E90, totalmente fabricado no Brasil. Nossa tripulação é composta da Lider Sayuri , dos comissários Jacy e Mattos; contamos também com o Técnico em Navegação Caio. Campinas está com o tempo chuvoso e uma temperatura de 20°C. Nosso tempo de voo será de 1 h e 55 min. Pedimos a todos que observem os avisos de apertar os cintos de segurança e não fumar, bem como observarem com atenção às instruções da nossa tripulação. Desejamos a todos uma boa viagem até o Aeroporto de Viracopos.
A Lider fez as demonstrações de praxe, sentou-se, afivelou seu cinto de segurança, assim como todos. Dante botou o avião pra subir ziguezagueando, subir tremendo, subir, subir, subir, subir, subir, até que avisou pelo auto-falante que iriam passar por uma zona de turbulência e que os cintos de segurança deveriam permanescer afivelados. Momentos após essas palavras, o avião começou a descer, descer, descer, embicar, empinar, cairam as máscaras de oxigênio, os passageiros começaram a entrar em pânico, a gritar (alguém gritou "ESTAMOS CAINDO"), a colocar atabalhoadamente as ditas máscaras, a orar, a lembrar dos seus entes queridos (que aparentemente iriam ficar entre os vivos), quando voltou a falar o comandante: -Srs. passageiros, estamos voltando para Salvador, onde deveremos chegar dentro de 20 min.
Era uma cena "dantesca": Jacy borrou, Sayurinou, Mattos quase morreu e o tal de Caio prometeu virar japonês para adotar o nome "Subo". O comandante devia estar pensando: "Isto nunca dantes havia acontecido comigo". Sobre a Av. Paralela, o avião parecia mais uma folha seca, caindo em um descampado sem vento, oscilando as asas para um lado e para o outro, até que, em um pouso de emergência, desceu no Aeroporto 2 de Julho, liberando rapidamente a pista e parando sem muito taxear, longe da estação de passageiros. Foi quando Martha, minha mulher me ligou dizendo do ocorrido e que haviam voltado.
Felizmente, ficou novamente tudo azul, tendo a Companhia feito tudo que realmente deveria ser feito: colocou os passageiros com mais pressa em voos de outras companhias, disponibilizando ônibus extra saindo de Viracopos ao chegarem, remarcou as passagens de quem preferiu embarcar no dia seguinte, disponibilizando almoço, jantar e hospedagem para quem solicitasse, etc.
Mas, finalmente, O QUE ACONTECEU? Sem resposta até agora.

sábado, 21 de novembro de 2009

Adesivo ou Camiseta

Estou procurando parceiros que produzam esta imagem em camisetas e adesivos.

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Vejam que Diferença

Não é para festejar, mas para realçar o que vem ficando para trás devido à imprensa que temos. Existem outros vetores mais democráticos e verdadeiros que estarão em cena.

Essa capa da "The Economist" é recentíssima e esta revista não faz parte do portfólio da Abril, nem da Folha e muito menos da Globo.
Já a capa da NYSE, a revista da bolsa de Nova Iorque, tem o presidente da Petrobrás e diversas reportagens sobre a Empresa, sendo uma delas mostrando porque a Petrobrás poderá ser uma das 5 maiores empresas no mundo em poucos anos e a possibilidade de em 2020 ela ser simplesmente a maior empresa de energia do planeta.

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Yo (Non) Creo en Brujas...

Nesta segunda, saimos com destino ao Pacaembu para provar pastéis-de-feira. Antes de sair, Teresa alertou-nos para não “passar a chuva embaixo de árvore”, devido aos raios. Já no novo prédio de Teresa, que usamos para cortar caminho, ficamos presos no elevador, que fechou a porta e não desceu. Sacudi a porta, bati na mesma, apertei o botão do alarme e nada (não adiantava usar o interfone, porque não sabíamos nem em qual bloco estávamos). Após uns 2 ou 3 minutos, do nada, o elevador se moveu normalmente, como se nada houvesse acontecido. Foi só pra testar a síndrome-do-pânico de Martha. Pegamos o primeiro ônibus e tudo normal. Deveríamos saltar na Av. Paulista, altura da R. Padre João Manoel (Conjunto Nacional) e atravessar para pegar um outro com destino a Morro Grande (sou paulista, vivi e transitei aqui até meus 14 anos, voltei várias vezes, mas nunca ouvi falar desse lugar). Saltamos do 1º ônibus, atravessamos e encontramos um ponto para esperar o tal Morro Grande. Comecei a pensar: “Morro grande, não morro pequeno, não serei eletrocutado por raio hoje, não serei encolhido, recebi um aviso... MORRO GRANDE”. Esperamos por mais ou menos 15 a 20 min. sob chuva intensa, protegidos por uma pequena cobertura do abrigo. Comecei a planejar pegar um táxi, pois dali ao Pacaembu era muito perto, no máximo R$10,00 e, além disso, não teríamos um percurso a pé (chovendo) de 532 km., previsto no itinerário da SPTRANS, pesquisado na internet antes de sairmos. Cheguei a falar com Martha, quando apareceu um ônibus verde-claro com a bandeira MORRO GRANDE. Demos sinal com a mão, mas o mesmo não parou. Deduzi que ele não parava naquele ponto, pois devia ter parado em outro que existia pouco antes (atrás da banca de revistas que empatava nossa visão, e só agora eu tomava conhecimento da existência do ponto). Após vociferarmos algumas “porras”, molhados, dei a mão para um táxi. Quase digo: “siga aquele ônibus”, mas lembrei que se fizéssemos isso, iríamos andar a pé mais de meio quilômetro. Disse ao motorista que queria ir à praça em frente ao Estádio do Pacaembu, quando um relâmpago fez de São Paulo a cidade mais clara do mundo e, ato contínuo, o trovão (que trovão!) e o motorista disse baixinho: “- pior é que eu não gosto muito de relâmpago”. Voltei a pensar: “- o Morro Grande não parou pra mim, será que vou morrer encolhido (pequeno)?” Após algumas esquinas à esquerda e à direita, avistamos a Praça Charles Miller. Vazia e debaixo d’água. Havia, aglomerados em um canto, 3 kombis, 2 caminhões-baú e uma grande tenda plástica, cercada de biombos de aço (desses usados para isolamento). Mandei o táxi parar ao lado dessa tenda (deu R$10,00) e saltamos correndo para debaixo da mesma. Pelo enorme tamanho da praça, estava VAZIA, visto que apenas um dos caminhões ainda estava sendo carregado com os restos da última barraca de pastel ainda em pé; os outros veículos estavam já prontos para partir. E partiram em seguida. Havia muito lixo na praça: no centro, alguns sacos pretos cheios de palha de cana e, espalhados por uma grande área, canudos, copos e saquinhos de pastel. Nos informamos sobre os dias de feira naquele local e corremos para o outro lado da praça, onde avistamos um ponto de ônibus. Esperamos o Vila “Ida” para iniciarmos nossa volta. Chovia ainda muito e havia um bueiro no meio da avenida que dançava sobre um mundaréu de água que subia, querendo expulsá-lo. Os carros passavam e jogavam água em tudo. Olhei pra cima: havia um abriguinho igual ao da Av. Paulista e... árvores, muitas e frondosas árvores. Comecei a pensar tudo de novo. A demora foi pouca, uns 15 min., quando o ônibus chegou. Cheio. Havia um lugar, que Martha ocupou. E fomos procurando no percurso a Rua Cardeal Arcoverde. Demorou mais um pouco e a alcançamos, após uma enorme e íngreme subida e uma curva fechada à direita. Teríamos que saltar na altura do nº 1322 e tomar, no mesmo ponto, outro com destino ao Jardim Helga, que nos deixaria no nosso ponto à Av. Francisco Morato. O ponto à altura do nº 1322 era à porta do Cemitério São Paulo. Saltamos, esperamos mais um pouco e tomamos um Jardim Helga lotado, onde viajamos em pé até nosso destino e chegamos sãos e salvos. Sim, claro. Quando o elevador nos deixou presos, logo em seguida funcionou (o pânico nem chegou de verdade). Quando saltamos na chuva da Paulista, logo atingimos o abrigo do ponto. Quando o Morro Grande nos deixou no ponto, imediatamente passou um táxi livre. Quando chegamos à praça dos pastéis, havia uma enorme tenda (montada pela Prefeitura, organizadora do concurso e já desativada), que nos abrigou da chuva. E o melhor: não caiu nenhum raio em cima de nós. Não é muita sorte?

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Lei 13.541/2009

Essa é a famosa e famigerada lei anti-fumo do governo do Estado de São Paulo. O texto da lei mete tanto medo aos responsáveis pelos espaços públicos, que os mesmos pecam por excesso. Na última segunda-feira, por exemplo, marcamos encontro com Luiz Fernando no Shopping Eldorado, contíguo e anexo ao prédio onde trabalha. Ao saltar do ônibus, passamos pela passarela que leva ao estacionamento do shopping, onde tratei de acender um cigarro para fumar antes de entrarmos no estabelecimento. Teresa, que também já fumava, me advertiu que era proibido fumar ali, mesmo sendo ao ar-livre. Parei e voltei para de onde viemos, recostando-me à grade próxima à passarela e olhei para a entrada do Eldorado. Não é que havia um "guardinha" gesticulando para nós, levando dois dedos à boca e os afastando e repetindo freneticamente este gesto? Respondi também com gestos: dobrei todos os dedos da mão direita, menos o médio, e levei a mão à boca, afastando-a em direção ao guarda diversas vezes. Foi quando ele nos indicou também com gestos o local onde poderíamos fumar. Adivinhem. Era uma rampa coberta, de acesso aos deficientes físicos, que já estava com o chão coalhado de "bitucas" e abrigava mais cinco fumantes. Deduzi que eu poderia fumar onde ele não pudesse me ver e não precisasse se responsabilizar. Resumindo: os veículos estacionados em uma enorme área ao ar-livre não podem ser incomodados com fumaça de cigarro, mas os deficientes físicos, que se locomovem com vagar, podem ser. Chegando em casa, pesquisei sobre a tal lei na internet e verifiquei que há como enquadrar esse tipo de empresário na própria lei, o que minha cunhada Teresa prometeu fazer, constrangida que ficou também com o fato, até porque é ela quem é moradora de São Paulo.

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Dá pra entender por que existe tanto câncer

Extraído de um site (http://www.naturalnews.com/) que contém pesquisas e artigos científicos de origem americana e que foi traduzido para apreciação dos leitores. FORNOS DE MICROONDAS – A MALDIÇÃO DA CONVENIÊNCIA Através dos tempos, sempre houve a necessidade de facilitar coisas. Desde tão remoto quanto ter uma fogueira que nos aquecesse, aprendemos a cercá-la com pedras que irradiavam o calor, levando ao que chamamos de lareira. Então, quando o metal maleável veio à tona (invenção bem conveniente por si mesma), logo engendramos o fogão a lenha. Aquecimento com fogões metálicos também se tornou uma conveniência. O antigo ditado se mostra verdadeiro, “A necessidade é a mãe da invenção”. Esse conceito era saudável, inspirador, bom para a economia e levou a muitas coisas boas. As necessidades básicas da vida sempre foram transporte, aquecimento e resfriamento, provisão de alimentos e abrigo contra os fenômenos climáticos. Quando vemos ótimos exemplos como automóveis, aquecimento e ares-condicionados centrais, refrigeradores modernos, encanamento moderno e os bonitos e confortáveis lares de hoje em dia, é fácil dizer, “Conveniência não é de jeito nenhum maldição e sim uma bênção”; e estaríamos certos! É seguro dizer que atualmente todas as necessidades da vida foram supridas ao ponto de podermos fazer tudo com relativa facilidade. No entanto, há uma diferença entre algo que torna uma necessidade mais conveniente e algo que cria a conveniência ele próprio, tal como a facilidade de preparar uma refeição num fogão moderno se tornar desnecessária. Quão preguiçosos nos deixaremos tornar? Ou pior, quanto dessa vida maravilhosa que criamos para desfrutar (o que inclui usar os músculos e o cérebro de vez em quando) estamos dispostos a relegar? Se isso não é auto-destruição, não sei o que é. Estamos presos num furacão se distanciando cada vez mais da vida para que nossos corpos, almas e espíritos foram criados e a maioria das pessoas nem vê! Bem, sobre aquele momento de esperança na humanidade e deleite com a mesma, minha mulher acabou de me contar de uma pesquisa na tevê que viu em “Bom dia, América”: quando perguntados sobre o que era mais importante na decisão “o que fazer pro jantar” como preço, gosto, nutrição ou conveniência, surpreendentes 70% disseram conveniência. A pesquisa não informou, mas eu suspeito que signifique para a maior parte das pessoas jogar algo no microondas ou restaurante “fast food”. Jogar algo no microondas, em casa, é algo inofensivo mesmo se não há nenhuma nutrição, certo? Eles baniriam ou nos avisariam se comer de comida nele cozinhada fosse grande ameaça à saúde? Bem, os dados podem lhe ser chocantes, mas ei-los... Esses dados confirmaram todas as minhas suspeitas. Eu acredito que a obesidade geral nesse país, a falta de energia, aumento da incidência de câncer junto com todas as novas “doenças de designers”, isto é, disfunção erétil etc. podem ser trilhados de volta, em parte, ao nosso hábito de usar o microondas como o escape do preguiçoso de um pouco mais de esforço. Não é que foram os nazistas que inventaram esse tipo de forno? Eram usados em seu suporte móvel e chamados “radioemissores”. Eram para ser usados na invasão da Rússia. Usando equipamento elétrico no preparo de refeições em larga escala, o problema logístico de combustível para o cozimento estaria eliminado e ainda haveria a conveniência de produzir algo comestível em tão pouco tempo. Após a guerra, os Aliados descobriram pesquisas médicas feitas com fornos de microondas. Esses documentos, junto com alguns fornos funcionais, foram transferidos para o Departamento de Guerra dos EUA e classificados como “sujeitos a futuras pesquisas científicas”. Os russos também retiraram exemplares e possuem pesquisas esmeradas sobre seus efeitos biológicos. Como resultado, seu uso foi proibido na URSS (por um ano ou dois). Os soviéticos expediram um aviso internacional sobre os perigos à saúde, biológicos e ambientais, dos fornos-microondas e similares. Nesse período pós-guerra, Dr. Percy Spencer, engenheiro autodidata da corporação Raytheon, declarou ter inventado o forno de microondas em 1946. A corporação Raytheon de fato aplicou a primeira patente americana para tal aparato. Os primeiros foram chamados de Radar Ranges (“alcances radares”) em 1954. Muito obrigado, Raytheon, mas são preferíveis seus mísseis! O seguinte é um resumo das investigações russas publicadas pelo “Atlantis Rising Educational Center”. Carcinógenos se formaram em virtualmente todo alimento testado. Nenhum alimento foi sujeito a mais tempo de cozimento do que o necessário para que se atingisse esse resultado, isto é, cozimento, descongelamento ou aquecimento para assegurar ingestão sanitária. EIS UM RESUMO DE ALGUNS DOS RESULTADOS: • Em carnes preparadas no forno de microondas por tempo suficiente para ingestão sanitária houve formação de d-Nitrosodietanolaminas, conhecido carcinógeno. • No leite e cereais preparados em forno de microondas houve conversão de alguns de seus aminoácidos em carcinógenos. • Em frutas houve conversão de glucosídeo e galactosídeo continentes de frações em carcinógenos. • Exposição extremamente curta de vegetais crus, cozidos ou congelados causou-lhes conversão de alcalóides em carcinógenos. • Radicais livres carcinógenos se formaram em plantas sujeitas ao aquecimento em forno de microondas, especialmente raízes. COMO O FORNO DE MICROONDAS FUNCIONA Todo forno contém um magnétron, que é um tubo em que elétrons são afetados por campos elétricos e magnéticos. Eles produzem radiação de comprimento de onda em torno de 2450 MHz ou 2,5 GHz. Essa radiação interage com as moléculas da comida. A energia da onda dentro do forno muda a polaridade de positiva para negativa com cada ciclo da onda. Essas mudanças de polaridade acontecem milhões de vezes por segundo. As moléculas da comida (especialmente de água) têm um extremo positivo e um negativo tal como o ímã tem polaridade sul e norte. Ao passo que bombardeiam a comida, essas microondas fazem girar, na mesma freqüência com que são emitidas, as moléculas da comida, milhões de vezes por segundo. Isso é uma enorme agitação (agitação bem menor é usada em laboratórios farmacêuticos para separar ou isolar quando se quer fazer qualquer tipo de manipulação). Essa agitação cria atrito molecular, que aquece a comida. O atrito causa dano substancial às moléculas da redondeza, freqüentemente rompendo-as ou deformando-as. O nome científico para essa deformação é “isomerismo estrutural”. Em Comparative Study of Food Prepared Conventionally and in the Microwave Oven (Estudo Comparativo de Comida Preparada Convencionalmente e no Forno de Microondas), publicado por Raum & Zelt em 1992, declara-se: “A produção de moléculas não naturais é inevitável. Foi observado que aminoácidos que ocorrem naturalmente na natureza sofrem mudanças isoméricas (na forma) e transformações em formas tóxicas sob impacto de microondas. Um estudo a curto-prazo encontrou mudanças significantes e alarmantes no sangue de indivíduos que consomem leite e vegetais aquecidos em fornos de microondas. Oito voluntários comeram várias combinações dos mesmos alimentos cozinhados de maneiras diferentes. Todos os que passaram pelo forno de microondas causaram mudança no sangue dos indivíduos. Níveis de hemoglobina diminuíram e de leucócitos em geral e colesterol aumentaram. Linfócitos diminuíram. Bactérias luminescentes foram usadas para se detectarem mudanças energéticas no sangue. Aumentos significativos foram encontrados na luminescência dessas bactérias depois de expostas ao soro de sangue obtido após consumo de alimentos afetados por microondas.” No livro do Dr. Lita Lee, Danos à Saúde da Radiação de Microondas – Fornos de Microondas, e nas edições de março e setembro de 1991 de Earthletter, ela declarou que todo forno de microondas vaza radiação eletromagnética, danifica comida e converte substâncias nele cozinhadas em substâncias cancerígenas e tóxicas aos órgãos. Pesquisas subseqüentes resumidas nesse artigo revelam que fornos de microondas são muito mais danosos do que se imaginava. Não faz sentido para mim que a FDA (Food and Drug Administration - departamento regulador da venda de alimentos e medicamentos dos EUA) “está lá para nos proteger” e ainda não baniu o que são talvez as piores máquinas de câncer da história. WWW.NATURALNEWS.COM

CARTAZETES

De férias em São Paulo, é impossível deixar de ir aos paraisos das sacoleiras, as Ruas José Paulino e 25 de Março. Estive na primeira e, apesar de muita coisa bonita nas vitrines e balaios, o que mais me chamou a atenção nessa incursão foi a quantidade de cartazetes nas paredes e vitrines da "rua". Cem por cento das lojas anunciavam seus preços e ofertas; 90 % delas pediam para não entrar comendo ou bebendo; mas o mais importante é que em cerca de 40 % existiam cartazes com a expressão "PRECISA-SE". Desde "balconistas com experiência" até "auxiliar de serviços gerais sexo feminino", passando por "costureiras overloque", "vitrinistas", "cortadeiras", "passadeiras", etc. Sempre no plural; muitas vezes, diziam "tantas vagas". Refletindo sobre esse fato, concluí que se trata, não só de uma previsão para o fim do ano, mas também um aumento real de procura por mercadorias (estamos no meio do mês e o movimento era muito grande), o que fatalmente gera emprego. Bom sinal.

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Hélio Andréa Mazzei (o véio héio), exibindo seu certificado da Exposição Filatélica 2009 na Agência Central dos Correios (3° da direita para a esquerda, pra quem não conhece), Pituba, Salvador, BA