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sexta-feira, 21 de março de 2014
Espíritas Encontram Explicações
domingo, 9 de outubro de 2011
CLASSE MÉDIA - MASSA DE MANOBRA
Bata nos "peito" e diga: Cara, esse aí sou eu...
sexta-feira, 30 de setembro de 2011
DESABAFO
Na fila do supermercado, o caixa diz a uma senhora idosa:
terça-feira, 27 de setembro de 2011
A FORMA DA ROLDANA
domingo, 4 de setembro de 2011
THIS IS HISTORY - Rio 1936
terça-feira, 5 de abril de 2011
terça-feira, 15 de março de 2011
O BRASIL NA VISÃO DOS AMERICANOS (Programa 60 min.)
domingo, 5 de dezembro de 2010
PROJETO POLÍTICO
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
Carta de Pedro Bial sobre Serra e Dilma
O Hino Nacional diz em alto e bom tom (ou som, como preferir) que "um filho seu não foge à luta". *
Tanto Serra como Dilma eram militantes estudantis, em 1964, quando os militares, teimosos e arrogantes, resolveram dar o mais besta dos golpes da desgraçada história brasileira. *
Com alguns tanques nas ruas, muitas lideranças, covardes, medrosas e incapazes de compreender o momento histórico brasileiro, "colocaram o rabinho entre as pernas" e foram para o Chile, França, Canadá, Holanda. Viveram o status de exilado político durante longos 16 anos, em plena mordomia, inclusive com polpudos salários. *
Foi nas belas praias do Chile, que José Serra conheceu a sua esposa,
Mônica Allende Serra, chilena.*
Outras lideranças não fugiram da luta e obedeceram ao que está escrito em nosso Hino Nacional. Verdadeiros heróis, que pagaram com suas próprias vidas, sofreram prisões e torturas infindáveis, realizaram lutas corajosas para que, hoje, possamos viver em democracia plena, votar livremente, ter liberdade de imprensa. *
Nesse grupo está Dilma Rousseff. Uma lutadora, fiel guerreira da
solidariedade e da democracia. Foi presa e torturada. Não matou ninguém, ao contrário do que informam vários e-mails clandestinos que circulam Brasil afora.*
Não sou partidário nem filiado a partido político. Mas sou eleitor.
Somente por estes fatos, José Serra fujão, e Dilma Rousseff guerreira, já
me bastam para definir o voto na eleição presidencial de 2010.
Detesto fujões, detesto covardes!*
*Pedro Bial, jornalista.*
sábado, 7 de agosto de 2010
Perdeu, Play-boy
terça-feira, 3 de agosto de 2010
HARVARD X STANFORD.
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sexta-feira, 2 de julho de 2010
AINDA RUMOAL EQUISSA
e nós brasileiros esquecemos tudo que dissemos e achamos para, passionalmente, torcermos como sempre.
Não vou mentir, também sou assim.
Só nos resta, então, começar a torcer para a próxima copa, no Brasil, com jogos na Arena Fonte Nova, ainda "RUMOAL EQUISSA".
sexta-feira, 28 de maio de 2010
NADA MAIS QUE A VERDADE
domingo, 2 de maio de 2010
sexta-feira, 30 de abril de 2010
A Esperança e o Preconceito: as 3 Batalhas de 2010 por Arlete Sampaio
segunda-feira, 19 de abril de 2010
segunda-feira, 22 de março de 2010
Que os pobres louvem os pobres
Pela primeira vez a economia brasileira não foi abalada pelo choque exógeno. Outra grande inovação: o Brasil se tornou um ponto de referência – ao mesmo tempo – do processo constituinte que atravessa a América do Sul e dos esforços de democratização da governança mundial da globalização. Como nas economias centrais (mas sem precisar mobilizar o mesmo volume de recursos), o governo Lula interveio para restaurar o crédito e subsidiar a produção industrial. Mas a verdadeira novidade é que as políticas sociais são hoje o motor da retomada do crescimento. Um número crescente de estudos já indicava que as transferências de renda (em particular o programa Bolsa Família) contribuíam para a redução sem precedentes da desigualdade de renda e para a pujança do consumo dos pobres (que as estatísticas chamam de “classes D e E”). Pesquisa do Instituto de Ensino e Pesquisa (Insper) revelou a existência de um potente coeficiente multiplicador: o aumento de R$ 1,8 bilhão do Bolsa Família (em 2005 e 2006) provocou um crescimento adicional do PIB de R$ 43,1 bilhões. A Transferência de Renda não apenas reduz a desigualdade, mas também mobiliza o trabalho (cria riqueza). Lembremos agora as duas grandes críticas ao primeiro governo Lula. A dogmática neoliberal gritava pelas “portas de saída”, contra transferências de renda desfocadas e assistenciais. A doxa desenvolvimentista esnobava a “esmola” e gritava pela mudança radical de política econômica. São dois fundamentalismos – opostos entre eles – que criticam o governo Lula em nome de uma mesma fé na moeda: “In God we trust” está gravado nas notas do dólar, “Deus seja louvado” naquelas do real. Para uns, o mercado é Deus, com suas taxas de juros (e lucro). Para outros, Deus é o Estado e suas taxas de crescimento (industrial) e pleno emprego. Nos dois casos, o critério de justiça é transcendental: o dinheiro é divinizado. Nele, o valor assume uma existência soberana. A vida vai depender do dinheiro, e não o dinheiro da vida. Claro, as duas justiças não são equivalentes: a religião do mercado não distingue entre ganhos financeiros e lucros industriais – para seus sacerdotes, Lula é o diabo que inferniza o paraíso terrestre dos ricos. A dogmática do Estado afirma a necessária inclusão dos pobres pelo emprego industrial. No segundo caso, chega-se até a indignar-se diante da miséria. Não por acaso, os desenvolvimentistas constituem vertente importante do governo. O problema é que eles enxergam Lula como um anjo que, descendo à Terra, deveria aplicar a justiça: decretar a baixa das taxas de juros para o crescimento econômico criar empregos e riqueza. Só que a economia real comuta as duas razões transcendentais: as taxas de juros podem ser substituídas por aquelas da inflação, e vice-versa. A fé no poder abstrato da moeda não nos diz nada das relações de força que significam quanto ela “vale”, quer dizer, da moeda enquanto relação social. O horizonte de outra política depende, pois, da ruptura dessa comutação, quer dizer, de quanto a mobilização democrática é capaz de manter a moeda dentro de seu sistema de significação sem deixar que seja arrastada do lado da fé e da transcendência.Essa ruptura não depende da aplicação de um critério abstrato de justiça, mas da produção de uma outra justiça: não mais o valor do soberano (seja ele o mercado ou o Estado), mas aquele dos pobres: dos muitos enquanto muitos. Foi a política social que permitiu fazer a necessária (e ainda moderada) inflexão na política econômica (o PAC e a amplificação dos outros investimentos sociais de educação e saúde) sem que a chantagem da inflação se reconstituísse. Não se trata nem de macro nem de microeconomia, mas da mobilização democrática e produtiva da multidão dos pobres. Os governos Lula fizeram uma política dos pobres, e é ela que constitui o quebra-cabeça sem solução para uma oposição estonteantemente incapaz de inovação.A política dos pobres torna obsoletas as equações econômicas: o 0,8% do PIB (em transferências de renda: Bolsa Família e Beneficio de Prestação Continuada) é muito mais potente do que os 6% gastos em juros da dívida pública. A justiça não depende mais de um anjo que desça do céu, mas da metamorfose de todos os homens em anjos. Nas eleições de 2010, será necessário dar mais um passo na direção que leva do 0,8% ao 6%, quer dizer, a constituição de uma renda universal incondicionada para os mais pobres. (GIUSEPPE COCCO).
sábado, 20 de fevereiro de 2010
Letrinhas
Tem coragem de chamar isso de marketing agressivo. Isso é agressão mercadológica.
Há um tempo atrás, era possível, através de um vídeo-cassete, que todo mundo possuía ligado direto na TV, meter um cara desses na cadeia, provando com uma fita gravada que ele não disse o que alega ter dito, visto que o tempo em que as “letrinhas” ficaram no ar é insuficiente para ler. Mas hoje em dia, nem isso existe mais, ou sim, mas fica impraticável gravar uma propaganda em DVD para prova em juízo. E até disso estão se aproveitando, e faz parte do plano.quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
Discurso do Embaixador Mexicano
sábado, 23 de janeiro de 2010
A sujeira na campanha já se vê
FAIL - ISSO É MUITO FEIO
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Exposição Filatélica
Hélio Andréa Mazzei (o véio héio), exibindo seu certificado da Exposição Filatélica 2009 na Agência Central dos Correios (3° da direita para a esquerda, pra quem não conhece), Pituba, Salvador, BA



