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terça-feira, 23 de março de 2010

Solteirice

Uma mulher foi às compras em um supermercado perto de casa, onde pegou: · 2 caixas de leite integral, · 1 dúzia de ovos, · 1 litro de suco de laranja, · 1 alface americana, · 1 kg de café, e · 1 pacote de bacon fatiado. Enquanto ela passava as compras do carrinho para a esteira do caixa, um mineirinho bêbado, seguinte na fila, a observava. Enquanto o caixa registrava as suas compras, o bêbado calmamente disse: - Ocê deve sê sortêra! A mulher ficou um pouco espantada com a declaração, e intrigada com a intuição do bêbado, já que, de fato, era solteira. Ela olhou os seis itens sobre a esteira e nada viu de particular em sua seleção que pudesse sugerir ao bêbado seu estado civil. Com a curiosidade aguçada, ela disse: - O senhor está absolutamente correto. Mas como conseguiu descobrir isso? E o mineirinho bêbado respondeu: - É que ocê é feia pra caráio!

segunda-feira, 22 de março de 2010

Que os pobres louvem os pobres

O cientista político e professor titular na UFRJ, Giuseppe Cocco, doutor em história social pela Universidade de Paris, tem uma avaliação muito interessante sobre o governo Lula.

Pela primeira vez a economia brasileira não foi abalada pelo choque exógeno. Outra grande inovação: o Brasil se tornou um ponto de referência – ao mesmo tempo – do processo constituinte que atravessa a América do Sul e dos esforços de democratização da governança mundial da globalização. Como nas economias centrais (mas sem precisar mobilizar o mesmo volume de recursos), o governo Lula interveio para restaurar o crédito e subsidiar a produção industrial. Mas a verdadeira novidade é que as políticas sociais são hoje o motor da retomada do crescimento. Um número crescente de estudos já indicava que as transferências de renda (em particular o programa Bolsa Família) contribuíam para a redução sem precedentes da desigualdade de renda e para a pujança do consumo dos pobres (que as estatísticas chamam de “classes D e E”). Pesquisa do Instituto de Ensino e Pesquisa (Insper) revelou a existência de um potente coeficiente multiplicador: o aumento de R$ 1,8 bilhão do Bolsa Família (em 2005 e 2006) provocou um crescimento adicional do PIB de R$ 43,1 bilhões. A Transferência de Renda não apenas reduz a desigualdade, mas também mobiliza o trabalho (cria riqueza). Lembremos agora as duas grandes críticas ao primeiro governo Lula. A dogmática neoliberal gritava pelas “portas de saída”, contra transferências de renda desfocadas e assistenciais. A doxa desenvolvimentista esnobava a “esmola” e gritava pela mudança radical de política econômica. São dois fundamentalismos – opostos entre eles – que criticam o governo Lula em nome de uma mesma fé na moeda: “In God we trust” está gravado nas notas do dólar, “Deus seja louvado” naquelas do real. Para uns, o mercado é Deus, com suas taxas de juros (e lucro). Para outros, Deus é o Estado e suas taxas de crescimento (industrial) e pleno emprego. Nos dois casos, o critério de justiça é transcendental: o dinheiro é divinizado. Nele, o valor assume uma existência soberana. A vida vai depender do dinheiro, e não o dinheiro da vida. Claro, as duas justiças não são equivalentes: a religião do mercado não distingue entre ganhos financeiros e lucros industriais – para seus sacerdotes, Lula é o diabo que inferniza o paraíso terrestre dos ricos. A dogmática do Estado afirma a necessária inclusão dos pobres pelo emprego industrial. No segundo caso, chega-se até a indignar-se diante da miséria. Não por acaso, os desenvolvimentistas constituem vertente importante do governo. O problema é que eles enxergam Lula como um anjo que, descendo à Terra, deveria aplicar a justiça: decretar a baixa das taxas de juros para o crescimento econômico criar empregos e riqueza. Só que a economia real comuta as duas razões transcendentais: as taxas de juros podem ser substituídas por aquelas da inflação, e vice-versa. A fé no poder abstrato da moeda não nos diz nada das relações de força que significam quanto ela “vale”, quer dizer, da moeda enquanto relação social. O horizonte de outra política depende, pois, da ruptura dessa comutação, quer dizer, de quanto a mobilização democrática é capaz de manter a moeda dentro de seu sistema de significação sem deixar que seja arrastada do lado da fé e da transcendência.Essa ruptura não depende da aplicação de um critério abstrato de justiça, mas da produção de uma outra justiça: não mais o valor do soberano (seja ele o mercado ou o Estado), mas aquele dos pobres: dos muitos enquanto muitos. Foi a política social que permitiu fazer a necessária (e ainda moderada) inflexão na política econômica (o PAC e a amplificação dos outros investimentos sociais de educação e saúde) sem que a chantagem da inflação se reconstituísse. Não se trata nem de macro nem de microeconomia, mas da mobilização democrática e produtiva da multidão dos pobres. Os governos Lula fizeram uma política dos pobres, e é ela que constitui o quebra-cabeça sem solução para uma oposição estonteantemente incapaz de inovação.A política dos pobres torna obsoletas as equações econômicas: o 0,8% do PIB (em transferências de renda: Bolsa Família e Beneficio de Prestação Continuada) é muito mais potente do que os 6% gastos em juros da dívida pública. A justiça não depende mais de um anjo que desça do céu, mas da metamorfose de todos os homens em anjos. Nas eleições de 2010, será necessário dar mais um passo na direção que leva do 0,8% ao 6%, quer dizer, a constituição de uma renda universal incondicionada para os mais pobres. (GIUSEPPE COCCO).

domingo, 21 de março de 2010

Dei um Passe pra Mim Mesmo

BASQUETE SENSACIONAL

FUTEBOL SENSACIONAL

domingo, 7 de março de 2010

LATINHAS INTELIGENTES

Na copa do mundo de futebol de 2002 foi lançada uma inovação no setor de bebidas. A “Latinha Inteligente”, um sucesso em seu lançamento. A latinha inteligente foi desenvolvida pelo sul-coreano Suh Won-Gil e demandou 17 anos de pesquisas. Sua invenção é muito simples e bastante útil, e funciona do seguinte modo: você pega uma latinha de cerveja quente (a principio foi lançada somente para cervejas) e ao abri-la, ela resfria-se rapidamente e sozinha, sem a necessidade colocá-la em um refrigerador. Mas como isso é possível? Muito bem, isso é possível porque dentro da latinha, há uma serpentina de alumino contendo um gás refrigerador comprimido, que ao ser aberta, tal gás se expande rapidamente retirando o calor do liquido que está dentro da latinha; é o que chamamos de reação endotérmica (absorve calor). Essa reação endotérmica causada pela expansão do gás contido dentro da serpentina (que por sua vez está dentro da latinha com a cerveja) é capaz de levar a temperatura do liquido a aproximadamente 4° Celsius desde sua temperatura ambiente (24° a 30° Celsius) em 15 segundos. Os primeiros testes conseguiam ter uma variação da temperatura na mesma ordem, porém demoravam 3 minutos para resfriar, um tempo demasiadamente longo para os cervejeiros de plantão. O gás utilizado não é prejudicial a saúde e ao meio ambiente, caso você o inale. Não conseguimos ter informações de qual gás é utilizado nesse caso, pois as fontes em que pesquisamos divergiam muito sobre o assunto, mas acreditamos que seja gás freon, algum derivado de amônia ou gás carbônico. Um exemplo prático dessa mesma reação são aqueles desodorantes aerossóis que encontramos em qualquer supermercado. Basta você dar uma borrifada que notara a embalagem ficando mais gelada, isso ocorre porque o gás que se encontra lá dentro está retirando calor de sua mão devido a essa reação endotérmica. Tal tecnologia pode ser utilizada para qualquer outra bebida e pode ser adaptada para garrafas também. Autores: Diego Galeano e Maísa Caldas Colaboração: Prof. Dr. Evandro Silva (UFMT)

Jingles da Dilma - Campanha 2010

CONFUSÃO NO TRIBUNAL

Sessão do Tribunal de Justiça de Pernambuco, presidida pelo desembargador Augusto Duque. Num processo de Estupro, entre as testemunhas de acusação, uma irmã da vítima. O presidente então a convoca para depor: "Que entre a arrolada." - Doutor, a arrolada não foi eu não. Foi minha irmã. Fonte: Algo Mais, Agosto 2009, Coluna Joca Souza Leão

quinta-feira, 4 de março de 2010

Até Onde nos Ajudam o Engenho e a Arte

Não é que isto funcionaria como controle de velocidade? Sai mais barato que as câmeras, não? Bastante eficaz, heim ???? - especialmente porque poderiam ser mudados de local todos os dias. Não é maravilhoso? Sim, mas isto é no Canadá!!! E lá é apenas propaganda de uma marca de suspensão para automóveis: o motorista vê o buraco de repente, não dá tempo de frear, o carro passa pelo buraco e não se sente nenhum buraco na pista. Dez metros adiante, está pintado no asfalto: "SINTA COMO SE TIVESSE SUSPENSÃO PIONEER"

Vídeo CACETOBAS - Partobas parte 1 (CLIQUE AQUI)

Vídeo CACETOBAS - Partobas parte 2 (CLIQUE AQUI)

Vídeo CACETOBAS - Mundo animal (CLIQUE AQUI)

Hilariooooooooooooooooooooo

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Hélio Andréa Mazzei (o véio héio), exibindo seu certificado da Exposição Filatélica 2009 na Agência Central dos Correios (3° da direita para a esquerda, pra quem não conhece), Pituba, Salvador, BA