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PALMATÓRIA DO MUNDO

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quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Discurso do Embaixador Mexicano

Um discurso feito pelo embaixador Guaicaípuro Cuatemoc, de ascendência indígena, sobre o pagamento da dívida externa do seu país, o México, embasbacou os principais chefes de Estado da Comunidade Europeia. A Conferência dos Chefes de Estado da União Europeia, Mercosul e Caribe, em Madrid, viveu um momento revelador e surpreendente: os Chefes de Estado europeus ouviram perplexos e calados um discurso irônico, cáustico e historicamente exato.Eis o discurso: "Aqui estou eu, descendente dos que povoaram a América há 40 mil anos, para encontrar os que a "descobriram" há 500... O irmão europeu da alfândega pediu-me um papel escrito, um visto, para poder descobrir os que me descobriram. O irmão financeiro europeu pede ao meu país o pagamento, com juros, de uma dívida contraída por Judas, a quem nunca autorizei que me vendesse. Outro irmão europeu explica-me que toda a dívida se paga com juros, mesmo que para isso sejam vendidos seres humanos e países inteiros, sem lhes pedir consentimento. Eu também posso reclamar pagamento e juros. Consta no "Arquivo da Companhia das Índias Ocidentais" que, somente entre os anos de 1503 a 1660, chegaram a São Lucas de Barrameda 185 mil quilos de ouro e 16 milhões de quilos de prata provenientes da América. Teria aquilo sido um saque? Não acredito, porque seria pensar que os irmãos cristãos faltaram ao sétimo mandamento! Teria sido espoliação? Guarda-me Tanatzin de me convencer que os europeus, como Caim, matam e negam o sangue do irmão. Teria sido genocídio? Isso seria dar crédito aos caluniadores, como Bartolomeu de Las Casas ou Arturo Uslar Pietri, que afirmam que a arrancada do capitalismo e a atual civilização européia se devem à inundação dos metais preciosos tirados das Américas. Não, esses 185 mil quilos de ouro e 16 milhões de quilos de prata foram o primeiro de tantos empréstimos amigáveis da América destinados ao desenvolvimento da Europa. O contrário disso seria presumir a existência de crimes de guerra, o que daria direito a exigir não apenas a devolução, mas uma indenização por perdas e danos. Prefiro pensar na hipótese menos ofensiva. Tão fabulosa exportação de capitais não foi mais do que o início de um plano "MARSHALL MONTEZUMA", para garantir a reconstrução da Europa arruinada por suas deploráveis guerras contra os muçulmanos, criadores da álgebra e de outras conquistas da civilização. Para celebrar o quinto centenário desse empréstimo, podemos perguntar: Os irmãos europeus fizeram uso racional responsável ou pelo menos produtivo desses fundos? Não. No aspecto estratégico, dilapidaram- nos nas batalhas de Lepanto, em navios invencíveis, em terceiros reichs e várias outras formas de extermínio mútuo. No aspecto financeiro, foram incapazes - depois de uma moratória de 500 anos - tanto de amortizar capital e juros, como de se tornarem independentes das rendas líquidas, das matérias-primas e da energia barata que lhes exporta e provê todo o Terceiro Mundo. Este quadro corrobora a afirmação de Milton Friedman, segundo a qual uma economia subsidiada jamais pode funcionar, o que nos obriga a reclamar-lhes, para seu próprio bem, o pagamento do capital e dos juros que, tão generosamente, temos demorado todos estes séculos para cobrar. Ao dizer isto, esclarecemos que não nos rebaixaremos a cobrar de nossos irmãos europeus, as mesmas vis e sanguinárias taxas de 20% e até 30% de juros ao ano que os irmãos europeus cobram dos povos do Terceiro Mundo. Limitar-nos- emos a exigir a devolução dos metais preciosos, acrescida de um módico juro de 10%, acumulado apenas durante os últimos 300 anos, concedendo-lhes 200 anos de bônus. Feitas as contas a partir desta base e aplicando a fórmula européia de juros compostos, concluímos, e disso informamos os nossos descobridores, que nos devem não os 185 mil quilos de ouro e 16 milhões de quilos de prata, mas aqueles valores elevados à potência de 300, número para cuja expressão total será necessário expandir o planeta Terra. Muito peso em ouro e prata... quanto pesariam se calculados em sangue? Admitir que a Europa, em meio milênio, não conseguiu gerar riquezas suficientes para estes módicos juros, seria admitir o seu absoluto fracasso financeiro e a demência e irracionalidade dos conceitos capitalistas. Tais questões metafísicas, desde já, não nos inquietam a nós, índios da América. Porém, exigimos a assinatura de uma carta de intenções que enquadre os povos devedores do Velho Continente na obrigação do pagamento da dívida, sob pena de privatização ou conversão da Europa, de forma tal, que seja possível um processo de entrega de terras, como primeira prestação da dívida histórica..." Quando terminou o seu discurso diante dos chefes de Estado da Comunidade Europeia, Guaicaípuro Guatemoc não sabia que estava expondo uma tese de Direito Internacional para determinar a verdadeira Dívida Externa.

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Troller nas Chuvas de SP

Grande propaganda deste carro.

Mas que o cara é (foi) louco, é (foi).

domingo, 24 de janeiro de 2010

Acidente na Plataforma

SEM COMENTÁRIOS

sábado, 23 de janeiro de 2010

A sujeira na campanha já se vê

Recebi o e-mail abaixo de alguém da minha lista, e reconheci mais uma vez a maldade de forjar imagens e situações para denegrir e achincalhar pessoas. Alguns se contentam em distorcer palavras e gestos, outros criam imagens verdadeiramente falsas. Em anexo, veio a foto que aqui reproduzo e analiso, comprovando a falsificação.
Senão, vejamos: o nome do livro "MANUAL DO MENTIROSO - TÉCNICAS" está em linha reta, portanto desalinhado com a borda do livro, que está curva. É fácil verificar e comprovar a fraude; a letra M do início do título e a letra S do final do título estão rentes à borda inferior do livro, enquanto que toda a palavra MENTIROSO está rente à borda de cima. Se esse título fizesse parte da foto, acompanharia naturalmente a curvatura do lvro.
Outra coisa: a foto está assinada por um tal blog OVOAZUL. É só acessá-lo e verificar que tipo de material e pessoa anda por ali.
Subject: Não é montagem: Olhem o livro debaix o das mãos dele !! Repassando..............kkkkkkkkkkkkkkkk...........o homem não é fácil não!!!.....ele deixa a bola pingando na área, já viu o povão cai matando....... PRESTEM ATENÇÃO AO LIVRO QUE ESTÁ DEBAIXO DAS MÃOS DELE..................... JÁ QUE VOCÊ ACREDITA EM PAPAI NOEL Não é montagem: Olhem o livro debaixo das mãos dele !!- ESTE, O CARA DE PAU DEVE TER LIDO ALGUMAS PÁGINAS OU TALVEZ O LIVRO INTEIRO. NÃO DEIXE DE REPASSAR PARA TODOS DE SUA LISTAS.

sábado, 16 de janeiro de 2010

Aprenda Inglês - Método Infalível - AULA II

Aprenda Inglês - Método Infalível - AULA I

Velhos Tempos Belos Dias

Vale a pena rever esse sucesso, cantado por tantos conhecidos e até alguns que não me lembro quem são.

É uma referência à Jovem Guarda, interpretada anos depois.

Homenagem a George Harrison

Este vídeo é um dos que merecem ser guardados em um lugar especial. Trata-se da interpretacão da cancão My Sweet Lord (Meu Doce Senhor) de George Harrison realizada por um grupo de excelentes músicos, todos amigos de George. Este concerto foi em sua homenagem, dois anos depois de sua morte.

Na guitarra acústica Eric Clapton, na guitarra elétrica o filho de George Harrison, ao piano Paul McCartney, na primera bateria Ringo Star, na segunda bateria Phill Collins, e na segunda guitarra elétrica Tom Petty, ao órgão e interpretando a primeira voz o incrível Billy Preston.

Também estavam presentes nesse concerto: Bob Dylan, Ravi Shankar, Jethro Tull e um número enorme de amigos e colegas dos Beatles, assim como todo grupo 'The Cream' de Eric Clapton. Todos um pouco gordos e enrugados, mas encarnando o melhor do melhor, representativo dos anos 70. Billy Preston chegou a ser conhecido como o quinto Beatle; foi ele que sempre tocou o piano e o órgão em todas as gravacões dos Beatles. Simplesmente Maravilhoso!!!

Não sei quem escreveu o texto acima, mas é tudo verdade.

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

As Fotos da Enquete

Como a enquete não funcionou direito, estou publicando as fotos aqui em tamanho maior, apenas para nosso deleite. Para vê-las maiores ainda, clique 2 x com o esquerdo do mouse em cima da foto desejada.

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Ponte de Itaparica para 2013

Ponte Salvador-Itaparica fica pronta em 2013 Segunda-feira, 14/12/2009 - 12:05
A ponte é só rodoviária em todos seus 12km e terá 8 pistas, das quais 2 exclusivas para cargas. O projeto tem custo estimado em R$ 2,5 bilhões.
O jornal Bahia Negócios, do jornalista Geraldo Vilalva, publicou em sua edição deste mês uma excelente matéria sobre o projeto da ponte que ligará Salvador à Ilha de Itaparica. Considerado por alguns pessimistas como "faraônico", todo o impacto do projeto já vem sendo discutido desde janeiro por equipes do Governo do Estado, inclusive com as prefeituras de Itaparica e Vera Cruz. A ponte deverá ser concluída em 2013, um ano antes da Copa do Mundo. Leia abaixo a matéria na íntegra do Bahia Negócios:
O sistema viário será criado a partir da Via Expressa Baía de Todos os Santos (novo Km 0 da BR-242) e que alcançará, pelo mar, a Ilha de Itaparica, daí prosseguindo pelo continente. A ponte é só rodoviária em todos seus 12km, com 8 pistas, das quais 2 exclusivas para cargas, um vão central estaiado de 560m e 90m de altura, mais 2 outros estaiados adjacentes de 285m. O custo estimado em R$ 2,5 bilhões prevê desembolsos de R$ 600 milhões anuais, cabendo 40% ao setor privado (R$ 250 milhões), R$ 300 milhões ao governo federal e R$ 100 milhões ao governo estadual. Também poderá ser desenvolvida uma combinação de modalidades de concessão que envolveria a construção, operação e manutenção do sistema. Já está em mãos do governador Jaques Wagner, desde o dia 26 de janeiro de 2009, um documento assinado pelo engenheiro Manoel Ribeiro Filho, diretor da Construtora OAS para a Bahia, Sergipe e Alagoas, solicitando autorização formal para efetuar, por sua conta e risco, os estudos necessári os para a viabilização de um projeto que ligará a BR-324 até o ponto final da BR-242, na Ponte do Funil, que será duplicada juntamente com o trecho até Itaparica. A Ilha de Itaparica terá um Plano Diretor Único capaz de coibir sua degradação e a especulação fundiária, com a criação e implantação de núcleos urbanos planejados, diversificados, infraestruturados, integrados ao meio ambiente, absorvendo, de forma estruturada, parte da demanda habitacional da RMS. Torna-se, assim, um novo raio de expansão e turismo, beneficiando a mobilidade urbana e o planejamento de Salvador, que terá seu ritmo de ocupação reduzido e direcionado para áreas que deverão ser, a partir da implantação deste Vetor Oeste, recuperadas, renovadas e revitalizadas, a exemplo do Comércio e Península Itapagipana. Adianta Ribeiro que os impactos do projeto não ficarão restritos à RMS, sendo sentidos também no Baixo Sul (rumo a Itacaré-Ilhéus) com a re dução das distâncias rodoviárias e ajudando a integrar a economia do Recôncavo e da RMS com a nova economia que surgirá com o Porto Sul e a Ferrovia Oeste Leste. Permitirá o acesso direto das BRs 101, 116 e 242 aos portos de Salvador, Aratu e Pólo Naval sem interferir na capital baiana. Coloca importância no escoamento de toda a produção do Oeste da Bahia por estas vias, alterando, significativamente, o Plano Nacional de Viação que terá o Km 0 da BR-242 no Porto de Salvador. Garante ter a OAS conhecimento técnico e de gestão comprovadamente suficiente para desenvolver planos e empreender, isoladamente ou em consórcio, obras e intervenções previstas nos projetos de engenharia, transportes, mobilidade e desenvolvimento urbanos. Para isto, contará com a assessoria técnica de profissionais especializados na área de urbanismo, desenvolvimento urbano e calculo estrutural, destacando se o arquiteto e urbanista Ivan Smarcevscki (concepção geral do Projeto), Escritório da LVA - Logística de Valor Agregado (operações urbanas a partir da introdução no projeto de conceitos do chamado Novo Urbanismo) e da Enescil Engenharia de Projetos (desenho e pré-dimensionamento estrutural da ponte). Compreenderá estudos técnicos de arquitetura, urbanismo, engenharia, jurídicos, econômicos e financeiros para modelagem adequada das PPS ou concessões, envolvendo a definição de elementos de projetos básicos que permitam sua plena caracterização, o orçamento preliminar de investimentos, as diretrizes para o licenciamento ambiental do empreendimento, o estudo de viabilidade econômico-financeira com a indicação de forma remunerada necessária ao investimento e à operação do projeto, a forma mais apropriada para contraprestação do poder público, os critérios objetivos de avaliação e desempenho do projeto. Para a Ilha de Itaparica, sugere uma rigorosa proteção ambiental, principalmente d a Contracosta, tráfego pesado em via segregada, proteção aos sítios históricos da cidade de Itaparica e do Distrito de Baiacu (parque estadual para preservar o resto de manguezais e de Mata Atlântica), criação de bairros planejados em áreas antropizadas e de um consórcio público do Estado e os municípios de Vera Cruz e Itaparica para elaborar um novo PDDU, a ser aprovado pelas respectivas Câmaras de Vereadores. Propõe a implantação de 4 núcleos (Cultura, Verde, Conexão e Bem-Estar), ocupando 24,3% da ilha, com determinados tipos e critérios de ocupações (residenciais e comerciais), campo de golfe, resorts, nova marina e um centro de excelência para a indústria naval.

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Hélio Andréa Mazzei (o véio héio), exibindo seu certificado da Exposição Filatélica 2009 na Agência Central dos Correios (3° da direita para a esquerda, pra quem não conhece), Pituba, Salvador, BA